
Como a história vai terminar?
O cristianismo possui três grandes símbolos, cada um com importância especial no conjunto da história da fé: a manjedoura, que descreve a origem simples de Jesus no meio da humanidade; a cruz, onde ele realizou a salvação dos homens e o túmulo vazio, a prova de sua ressurreição, que dá consistência à nossa fé.
Erro grave é tentar valorizar um dos três em detrimento de outro como se cada um pudesse ser visto isoladamente, porém, o mais significativo na história da paixão de Cristo é a sua ressurreição. Vamos imaginar que ele tivesse sofrido tudo o que sofreu, morrido na cruz e... pronto. Em que se basearia a nossa fé? Numa lembrança, como qualquer outra crença ou religião do mundo. Algumas nem precisam disso, aceitam um objeto, um discurso, um amuleto.
Jesus Cristo ressuscitou. É o grito vitorioso do Novo Testamento. Ele se apresenta como o realizador da vontade e do poder de Deus na redenção da humanidade. Ele já chegou ao estágio em que Deus quer que todos nós cheguemos. É a nova expressão de Adão, sem aquela finitude e decadência do primeiro homem sobre a face da terra. Além disso, Deus o constituiu senhor da história, por isso, voltará um dia para julgar os vivos e os mortos.
Como a história vai terminar? O Apocalipse nos dá detalhes desse evento. Toda a dúvida, incredulidade, todo o ceticismo, têm encontro marcado com a vinda de Jesus Cristo, em dia e hora que só Deus sabe. Nada ficará pendente, nenhum detalhe será perdido, ninguém se arriscará a dizer que não sabia nada sobre o futuro.
Ainda bem que já entramos na atmosfera da vitória de Jesus Cristo quando o aceitamos como Salvador, quando entendemos a história que não terminou na cruz. Queremos viver aqui em submissão à vontade de Deus, tentando levar a sua salvação àqueles que foram dominados pelos oferecimentos do mundo, desfrutando da melhor certeza que o ser humano pode alimentar: essa história terá um final feliz.
Pr. Washington Rodrigues
Pastor da Igreja Batista Carioca
Terça-feira, Março 11, 2008
Domingo, Fevereiro 24, 2008

Coisa de louco
É, fui perceber que ela tinha razão em achar isso depois que recebi um e-mail de uma espécie de movimento dos ateus. Não sei porque meu e-mail estava na lista, se por engano ou pura provocação. Ele mostrava vários motivos e tentava provar por "a + b" a inexistência de Deus e, é claro, criticando todos os que crêem.
O que diria a ele (ou eles)? Que sei que Deus existe pois o sinto e tenho um relacionamento com Ele? Isso não iria entrar na cabeça dele(s) de jeito nenhum! Então, com a ajuda da Bíblia, me descobri um louco! Clique aqui e leia I Cor 1:18-25. Sou louco sim e você que está lendo isso também! Somos loucos por Jesus, pela sua Palavra, por pregarmos o evangelho àqueles que nos odeiam.
Espero que você tenha lido o texto bíblico acima, pois só ele pode esclarecer tudo isso!
Quero terminar citando o trecho de uma música, não evangélica, mas que exprime muito bem o que penso:
Se é loucura, então melhor não ter razão"
Texto publicado em 03 de maio de 2004 aqui no Nova Criatura
Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008
O terceiro elemento

Olhei para a igreja, ou seja, para as pessoas e então veio uma resposta em minha mente. A ceia não foi criada apenas como memorial da vinda e morte de Jesus, mas também do porquê da Sua vinda e morte: nós. Ao ver as outras pessoas ceando comigo, ficou fácil enxergar que Ele fez tudo por mim e por todas aquelas pessoas. Ele nos salvou e nos uniu. Somos uma comunidades de salvos e devemos ter tudo em comum começando pelo amor a Deus a ao próximo. Uma igreja só é uma igreja quando não se pensa somente em interesses pessoais mas nos interesses e problemas de todos. Nossa vida só tem significado quando compartilhamos momentos difíceis e alegres. Nós somos o terceiro elemento da ceia.
Terça-feira, Janeiro 29, 2008
E nada vos será impossível
Mateus 17:20
Impossível é apenas uma palavra grande dita
por aí por homens pequenos que acham mais
fácil viver no mundo que deram para eles do que
explorar o poder que eles têm de transformá-lo.
Impossível não é um fato. É uma opinião.
Impossível não é uma declaração. É um desafio.
Impossível é potencial. Impossível é temporário.
Impossível não é nada.
Anúncio da Adidas, ESPN: The Magazine, 16 de fevereiro de 2004, extraído do livro: Você faz a diferença, John C. Maxwell.

