Terça-feira, Março 11, 2008

Como a história vai terminar?


O cristianismo possui três grandes símbolos, cada um com importância especial no conjunto da história da fé: a manjedoura, que descreve a origem simples de Jesus no meio da humanidade; a cruz, onde ele realizou a salvação dos homens e o túmulo vazio, a prova de sua ressurreição, que dá consistência à nossa fé.

Erro grave é tentar valorizar um dos três em detrimento de outro como se cada um pudesse ser visto isoladamente, porém, o mais significativo na história da paixão de Cristo é a sua ressurreição. Vamos imaginar que ele tivesse sofrido tudo o que sofreu, morrido na cruz e... pronto. Em que se basearia a nossa fé? Numa lembrança, como qualquer outra crença ou religião do mundo. Algumas nem precisam disso, aceitam um objeto, um discurso, um amuleto.

Jesus Cristo ressuscitou. É o grito vitorioso do Novo Testamento. Ele se apresenta como o realizador da vontade e do poder de Deus na redenção da humanidade. Ele já chegou ao estágio em que Deus quer que todos nós cheguemos. É a nova expressão de Adão, sem aquela finitude e decadência do primeiro homem sobre a face da terra. Além disso, Deus o constituiu senhor da história, por isso, voltará um dia para julgar os vivos e os mortos.

Como a história vai terminar? O Apocalipse nos dá detalhes desse evento. Toda a dúvida, incredulidade, todo o ceticismo, têm encontro marcado com a vinda de Jesus Cristo, em dia e hora que só Deus sabe. Nada ficará pendente, nenhum detalhe será perdido, ninguém se arriscará a dizer que não sabia nada sobre o futuro.

Ainda bem que já entramos na atmosfera da vitória de Jesus Cristo quando o aceitamos como Salvador, quando entendemos a história que não terminou na cruz. Queremos viver aqui em submissão à vontade de Deus, tentando levar a sua salvação àqueles que foram dominados pelos oferecimentos do mundo, desfrutando da melhor certeza que o ser humano pode alimentar: essa história terá um final feliz.

Pr. Washington Rodrigues
Pastor da Igreja Batista Carioca

Domingo, Fevereiro 24, 2008

Coisa de louco

Esses dias estive pensando sobre o que é ser crente. Há pouco tempo, fui selecionado para uma entrevista junto com mais duas pessoas. Logo descobri que uma era crente e outra era de família evangélica, mas ainda não havia se entregado a Jesus. Vocês tinham que ver a cena! Eu conversando com a crente sobre as coisas da igreja e do Espírito, enquanto a outra ficava olhando para nós achando que éramos loucos!

É, fui perceber que ela tinha razão em achar isso depois que recebi um e-mail de uma espécie de movimento dos ateus. Não sei porque meu e-mail estava na lista, se por engano ou pura provocação. Ele mostrava vários motivos e tentava provar por "a + b" a inexistência de Deus e, é claro, criticando todos os que crêem.

O que diria a ele (ou eles)? Que sei que Deus existe pois o sinto e tenho um relacionamento com Ele? Isso não iria entrar na cabeça dele(s) de jeito nenhum! Então, com a ajuda da Bíblia, me descobri um louco! Clique aqui e leia I Cor 1:18-25. Sou louco sim e você que está lendo isso também! Somos loucos por Jesus, pela sua Palavra, por pregarmos o evangelho àqueles que nos odeiam.
Espero que você tenha lido o texto bíblico acima, pois só ele pode esclarecer tudo isso!

Quero terminar citando o trecho de uma música, não evangélica, mas que exprime muito bem o que penso:

"Deixa ser pelo coração
Se é loucura, então melhor não ter razão"

Texto publicado em 03 de maio de 2004 aqui no Nova Criatura

Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008

O terceiro elemento

Domingo participei do momento da ceia em minha igreja e, ao contrário do que de costume, não fechei os olhos nem me concentrei na música que estava sendo tocada. Meu pensamento estava tentando entender o porquê de tudo aquilo. Sim, para lembrar a vinda e a morte de Jesus, é óbvio, mas penso que Ele não criou este momento ou ritual para ser feito sozinho. Me imaginei em casa, sozinho e preparando um momento da ceia na cozinha: pão, vinho ou suco de uva. Estranho.


Olhei para a igreja, ou seja, para as pessoas e então veio uma resposta em minha mente. A ceia não foi criada apenas como memorial da vinda e morte de Jesus, mas também do porquê da Sua vinda e morte: nós. Ao ver as outras pessoas ceando comigo, ficou fácil enxergar que Ele fez tudo por mim e por todas aquelas pessoas. Ele nos salvou e nos uniu. Somos uma comunidades de salvos e devemos ter tudo em comum começando pelo amor a Deus a ao próximo. Uma igreja só é uma igreja quando não se pensa somente em interesses pessoais mas nos interesses e problemas de todos. Nossa vida só tem significado quando compartilhamos momentos difíceis e alegres. Nós somos o terceiro elemento da ceia.


Terça-feira, Janeiro 29, 2008

E nada vos será impossível

Mateus 17:20

Impossível é apenas uma palavra grande dita
por aí por homens pequenos que acham mais
fácil viver no mundo que deram para eles do que
explorar o poder que eles têm de transformá-lo.
Impossível não é um fato. É uma opinião.
Impossível não é uma declaração. É um desafio.
Impossível é potencial. Impossível é temporário.
Impossível não é nada.

Anúncio da Adidas, ESPN: The Magazine, 16 de fevereiro de 2004, extraído do livro: Você faz a diferença, John C. Maxwell.